segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Janela da Vida

1

Eu aqui, debruçada sobre a vida

Espreito ausente o vasto horizonte

Onde o mar apaga a terra e o sol

Nele se afoga.

Inclino-me mais um pouco

Urjo por ver-te, ó vida

Mas de tanto me alongar

Estico o sonho, rebentou!

E agora, que destino

Se o meu sonhar se apagou

Como alcança a vista o mar

Se ele próprio se afogou.

Alex 14/1/2008

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